"Nem eu nem ninguém pode viajar essa estrada por você. Você deve atravessá-la sozinho"

Walt Whitman

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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

ISRAEL - 3ª PARTE

Saímos de Jerusalém em um domingo, considerado o primeiro dia útil para os Judeus, e o movimento era intenso, como acontece com as nossas segundas-feira. 


Fomos à Tel Aviv, maior cidade israelense, porém antes passamos por Jaffa, em hebraico Yafo, importante cidade para o cristianismo, que segundo os dados histórico, foi a morada de Simão, o curtidor de couro. (Atos 9:43)  



Hoje a comunidade de Jaffa abriga inúmeros artesões, artistas plásticos e galerias de artes. A cidade é um porto natural distante 55 km de Tel Aviv, que a partir de 1950 foi incorporada a Tel Aviv, formando uma única municipalidade e, por esta razão, a cidade israelense leva o nome oficial de Tel Aviv-Yafo.    




Morada de Simão

Localidade da Morada de Simão (Atos 9:43)

Vista do porto natural de Jaffa

O nome significa em hebraico, "bela". Acredita-se que esse nome foi dado à cidade por causa do brilho do sol que refletia nos seus edifícios. 





Após visita a Jaffa, passamos por Tel Aviv e seguimos para Cesareia, (60 km ao norte) mais conhecida como Cesareia Marítima. 

(Atos 10:01)

Cesarea, cidade romana construída por Herodes, como parte de um plano de "colonizar" a Terra Santa no séc. 1.    



"Cesarea foi constrída como parte de um plano ambicioso de Herodes o Grande para "helenizar"  a Terra Santa no século 1. Ele escolheu o local de um pequeno porto Fenício chamado Torre Stratom e planejou uma clássica cidade Grega completa, com anfiteatro e estádio. Herodes também construiu um porto artificial fazendo uso de concreto debaixo da água - primeiro uso de concreto feito dessa forma. Durante o domínio Romano Cesarea foi a capital da Palestina. Foi aqui que Cornelius, o centurião Romano, foi convertido por Pedro, Paulo foi preso antes de ser levado a Roma".
Fonte:  www.goisrael.com.br








Depois fomos visitar a cidade de Caná da Galileia, onde, segundo a Bíblia, Jesus operou o primeiro milagre (João 2:1-11)  





Um casal de companheiros de excursão aproveitou a oportunidade para reafirmar as bodas matrimonial. 








sexta-feira, 5 de setembro de 2014

ISRAEL - 2ª PARTE

Da cidade de Eilat seguimos pela margens do Mar Morto para a cidade de Jericó. No caminho do Mar Morto (Dead Sea, no mapa) paramos para conhecer e fotografar a região que seria as cidades de Sodoma e Gomorra, próximo a Masada. Hoje a localidade é marcada por uma coluna na montanha conhecida com a mulher de Ló. 

Mapa do Lonely Planet Israel.

Imediações das cidades de Sodoma e Gomorra


Coluna de pedra conhecida como a "Mulher de Ló"

Também na região do Mar Morto aproveitamos para conhecer a famosa marca israelense Ahava, mundialmente conhecida por seus cosméticos produzidos com lama, água, sais e minerais encontrados em abundância na região. 


Depois seguimos viagem para a cidade palestina de Jericó.  


Romã de Jericó

"A romã é uma fruta de cor vermelha escura, com flores de uma tonalidade intensa, cujas sementes abundantes são o símbolo da fertilidade. É cantada em verso e prosa e uma antiga canção hebraica assim descreve o rimon: "O aroma da romãzeira está em toda parte, é transportado pelo vento do Mar Morto a jericó..."

É um símbolo de muito significado para a vida judaica e os compromissos assumidos pelos judeus. Uma das sete frutas mencionadas na Torá, contém 613 sementes - uma para cada mitzvá da Lei judaica. A romã lembra-nos da ligação com nossa comunidade e de nosso compromisso com  o tikun olam, a responsabilidade moral que cada judeu tem de consertar o mundo e aliviar o sofrimento onde quer que exista.

Em forma estilizada ou fielmente reproduzida, a romã adorna diversos objetos de culto judaico, entre os quais destacam-se os belos rimonim usados para guarnecer a extremidade de madeira dos rolos da Torá, os 200 rimonim de cobre que enfeitavam as vigas do Templo de Jerusalém e os rimonim que, alternando-se com o s paamonim (pequenos sinos), decoravam a bainha do manto do Sumo Sacerdote.

Fonte: http://morasha.com.br/conteudo/artigos 



Após o almoço seguimos viagem para Jerusalém. A companhia de turismo que nos conduziu em Israel, a Gênesis Tur, optou a entrada na cidade a partir de um mirante onde descortina uma linda vista panorâmica da cidade santa.   


Depois da apresentação histórica sobre a cidade, fizemos um brinde com vinho em pequenas taças feitas da madeira da Oliveira.  

Um brinde de chegada a Jerusalém. 

Em seguida fomos para o hotel e a noite fizemos a visita ao Murro das Lamentações, bem como o subsolo do mesmo.   



Subsolo do Murro das Lamentações



O segundo dia foi reservado para conhecermos outra vista privilegiada da cidade de Jerusalém, possivelmente uma das vistas mais fotografada da cidade santa.  





Próximo desse mirante existe uma ladeira que nos lava as localidades do Monte das Oliveira; da igreja Dominus Flevit; a bela igreja russa dedicada a Santa Madalena, com suas cúpulas em forma de cebolas douradas e o jardim e a Igreja Getsemâni (igreja da Agonia), local erguido em cima da suposta pedra onde Jesus orou.   



Igreja de Santa Madalena


Monte das Oliveira


Jardim do Getsemâni

Interior da Igreja da Agonia

Pedra na qual Jesus orou em agonia

Igreja da Agonia


Nesse dia também visitamos o Museu Yad Vashem - O Museu do Holocausto de Israel.    

Museu do Holocausto 



Após visita ao museu do Holocausto seguimos para o Jardim do Gólgota, lugar da Crucificação e do Sepulcro Vazio. 

Monte Gólgota


Jardim do Gólgota 

Sepulcro Vazio



No final da tarde retornamos para o hotel.