"Nem eu nem ninguém pode viajar essa estrada por você. Você deve atravessá-la sozinho"

Walt Whitman

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

ISRAEL - 2ª PARTE

Da cidade de Eilat seguimos pela margens do Mar Morto para a cidade de Jericó. No caminho do Mar Morto (Dead Sea, no mapa) paramos para conhecer e fotografar a região que seria as cidades de Sodoma e Gomorra, próximo a Masada. Hoje a localidade é marcada por uma coluna na montanha conhecida com a mulher de Ló. 

Mapa do Lonely Planet Israel.

Imediações das cidades de Sodoma e Gomorra


Coluna de pedra conhecida como a "Mulher de Ló"

Também na região do Mar Morto aproveitamos para conhecer a famosa marca israelense Ahava, mundialmente conhecida por seus cosméticos produzidos com lama, água, sais e minerais encontrados em abundância na região. 


Depois seguimos viagem para a cidade palestina de Jericó.  


Romã de Jericó

"A romã é uma fruta de cor vermelha escura, com flores de uma tonalidade intensa, cujas sementes abundantes são o símbolo da fertilidade. É cantada em verso e prosa e uma antiga canção hebraica assim descreve o rimon: "O aroma da romãzeira está em toda parte, é transportado pelo vento do Mar Morto a jericó..."

É um símbolo de muito significado para a vida judaica e os compromissos assumidos pelos judeus. Uma das sete frutas mencionadas na Torá, contém 613 sementes - uma para cada mitzvá da Lei judaica. A romã lembra-nos da ligação com nossa comunidade e de nosso compromisso com  o tikun olam, a responsabilidade moral que cada judeu tem de consertar o mundo e aliviar o sofrimento onde quer que exista.

Em forma estilizada ou fielmente reproduzida, a romã adorna diversos objetos de culto judaico, entre os quais destacam-se os belos rimonim usados para guarnecer a extremidade de madeira dos rolos da Torá, os 200 rimonim de cobre que enfeitavam as vigas do Templo de Jerusalém e os rimonim que, alternando-se com o s paamonim (pequenos sinos), decoravam a bainha do manto do Sumo Sacerdote.

Fonte: http://morasha.com.br/conteudo/artigos 



Após o almoço seguimos viagem para Jerusalém. A companhia de turismo que nos conduziu em Israel, a Gênesis Tur, optou a entrada na cidade a partir de um mirante onde descortina uma linda vista panorâmica da cidade santa.   


Depois da apresentação histórica sobre a cidade, fizemos um brinde com vinho em pequenas taças feitas da madeira da Oliveira.  

Um brinde de chegada a Jerusalém. 

Em seguida fomos para o hotel e a noite fizemos a visita ao Murro das Lamentações, bem como o subsolo do mesmo.   



Subsolo do Murro das Lamentações



O segundo dia foi reservado para conhecermos outra vista privilegiada da cidade de Jerusalém, possivelmente uma das vistas mais fotografada da cidade santa.  





Próximo desse mirante existe uma ladeira que nos lava as localidades do Monte das Oliveira; da igreja Dominus Flevit; a bela igreja russa dedicada a Santa Madalena, com suas cúpulas em forma de cebolas douradas e o jardim e a Igreja Getsemâni (igreja da Agonia), local erguido em cima da suposta pedra onde Jesus orou.   



Igreja de Santa Madalena


Monte das Oliveira


Jardim do Getsemâni

Interior da Igreja da Agonia

Pedra na qual Jesus orou em agonia

Igreja da Agonia


Nesse dia também visitamos o Museu Yad Vashem - O Museu do Holocausto de Israel.    

Museu do Holocausto 



Após visita ao museu do Holocausto seguimos para o Jardim do Gólgota, lugar da Crucificação e do Sepulcro Vazio. 

Monte Gólgota


Jardim do Gólgota 

Sepulcro Vazio



No final da tarde retornamos para o hotel.


quinta-feira, 17 de julho de 2014

Eilat: cidade balneária no Golfo Aqaba - Israel



Entramos em Israel pela fronteira de Eilat, que é bastante rigorosa porém mais afastada da "temível" faixa de Gaza. 

Observatório marítimo de Eilat


Eilat ou Elat, tem cerca de 55 mil habitantes. Esta localizada no extremo sul de Israel, à margem norte do Golfo de Eilat, que é o braço oriental do Mar Vermelho, adjacente à cidade egípcia de Taba e a cidade-porto jordana Aqaba, que anteriormente pertencia a Arábia Saudita.  



A cidade de Eilat é um centro turístico por causa das belezas naturais e da variedade de recifes de corais que são encontrado nas águas transparente de sua costa marítima.  

Parte submesa do observatório



É bastante visitada por esportista náutico e mergulhadores. 

Torre de observação

Vista a partir da torre do Oceanário. 

A cidade também é uma zona isenta de impostos. 

Fonte:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Eilat    

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Egito: Monte Sinai

A nossa saída do Cairo continuou cercada por seguranças. Saímos da cidade para uma viagem prevista em torno de 4 horas até o Monte Sinai porém tivemos que viajar praticamente 12 horas devido ao trecho de Wadi Feiran esta interditado por motivo do sequestro de um ônibus turístico por beduínos nesta região. Então, por questão de segurança, tivemos que contornar toda a Península do Sinai para chegar ao Monte Sinai. 

   


Durante a viagem pelo Deserto do Sinai chegamos ao oásis conhecido com Mara, localidade bíblica citada no livro do Êxodo.

Afinal, chegara a Mara; todavia, não puderam beber as águas de mara, porque eram amargas; por isso, chamou-se-lhe Mara. E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber? Então, Moisés clamou ao Senhor, e o Senhor lhe mostrou uma árvore: lançou-a Moisés nas águas, e a s águas se tornaram doces, e fizeres o que é reto diante dos seus olhos, e deres ouvido aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma enfermidade virá sobre ti, das que enviei sobre os egípcios; pois eu sou o Senhor, que te sara. Então, chegaram  Elim, onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras e se acamparam junto das águas. (Ex 15: 22.27) 


Oásis de Mara, as árvores são a Acácia e a Tamareira


Poços das águas amargas 

Tamareiras



Oásis de Elim


Elim

Por volta das 20:00 horas chegamos a região do Sinai. O frio era intenso mas mesmo assim um grupo concordou para subir naquela madrugada até o topo do monte.  


Resolvemos montar um grupo para sair 1 hora da manhã. Como levaria em torno de 4 horas para alcançar o topo, calculamos que por volta das 4 horas atingiríamos o cume da montanha e que no retorno poderíamos presenciar o amanhecer, assim poderíamos contemplar um pouco da paisagem da região.

Saída para o Monte Sinai

O nosso guia egípcio nos conduziu até o início do monte para acertar com um guia local, os beduínos, que fazem este trabalho bem como o aluguel de camelos. Ficou acertado que cobrariam 25 US$ por camelo para a sabida e 15 US$ para a descida.   


Para ir andando não cobram nada, basta ir acompanhando os donos dos camelos. Fiz esta opção. 

Tenda utilizada para descanso na base do Sinai. A partir deste local o caminho é feito a pé. 

Depois de subir praticamente em torno de 700 degraus chegamos ao topo do Monte Sinai.

No retorno houve um pequeno problema porque os beduínos só queria 25 US$ para descer e não os 15 inicialmente acertado. Eu como fui andando acabei seguindo na frente enquanto o restante do grupo acertava esse contratempo. Finalmente chegaram ao acordo e pagaram 20 US$.  




A seta aponta para o cume do Monte Sinai. Existe uma capela no topo do monte. 

O restante do grupo chegando a base da montanha.

Convento de Santa Catarina.


Retornamos ao hotel para tomar banho e café e as 09 horas seguimos viagem para Israel. Antes demos algumas paradas como no Golfo de Aqaba para fotografar a bela Fortaleza de Saladino, também no Mar Vermelho.